“16 de outubro de 2011.
Acordei cedo, pois tive um pesadelo. Levantei, tomei um copo d’agua, olhei para o quintal; o sol surgiu lá no nascente. Fecho a geladeira, que por sinal toda a vez que a abro penso em minha vida. Vou para meu quarto, ligo meu computador e escrevo. Escrevo versos simples e sem sentido, escrevo textos grandes e compativéis aos meus sentimentos; escrevia de tudo - disse o jovem - Tentou dormir mais um pouco, mas nada. Já eram 8:32 da manhã precisava dormir ou se não teria que arranjar algo para se distrair, pelo visto, arranjou algo para se distrair. Ligou a tv à procura de um bom canal para assistir e por incrivel que pareça, encontrou. Mas parece que não era exatamente aquilo que era para o jovem fazer, pois naquele instante a luz tinha acabado. Então, sem mais alternativas pegou seu lápis de rascunhos e seu bloco de anotações e começou a escrever: “Na manhã que me encontro vejo a solidão batendo em minha porta e a tristeza me chamando para jogar video game.” Passou-se horas e a única coisa que havia escrito era aquele verso sem sentido. Podemos afirmar que o jovem não tenha um temperamento normal, ele poderia estar passando por um disturbio, poderia estar passando por uma fase da adolescência. Não sabe ao certo. Sabe-se uma coisa: Não passa bem! Não passa nada bem.”
“Se fosse fácil, todo mundo saberia explicar como fazer. Viver não é assim tão simples, mas que a gente complica, não há dúvidas.”