Olhos de Ressaca.
Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca.
Vou voltar pra minha vida sossegada, sem magoa de nada. Não vale a pena ”dar murro em ponta de faca”, insistir nesse erro tolo. Até porque o ódio faz tanto mal que eu prefiro desapegar, fingir que não lembro e apagar as lembranças ruins. Guardo os sorrisos, os abraços, os gritos e os brilhos. Guardo o que de bom sobrou, o resto é desapego. Porque pra ter sossego é preciso se libertar de tudo aquilo que faz mal e permitir que a paz entre e FIQUE.”
Sempre tem um Céu Azul.